Thursday, February 05, 2009

casa comigo, barbão (sim, você já viu esse filme antes)


'tá bem, sou obrigada a reconhecer: todo pós-show é a mesma coisa quando se trata de Tatiana. Aliás, todo show também. Um descontrole que quase ultrapassa os limites da normalidade. Mas eu preciso dizer que Little Joy, ontem à noite, foi mágico. Rodrigo Russo Amarante, especialmente bem-humorado, tirou sarro de algumas pessoas da platéia - e da Binki Shapiro, vestiu uma camiseta estampada com a face do grande Paulo Leminski e distribuiu palhetas. Não consegui nenhuma, mas fumei um resto do cigarro que até então pertencia a Fabrizio Moretti. Ai, ai.

Sim, sou praticamente uma groupie de 12 anos e 7 meses. Mas, francamente, quem se importa? Só com esse tipo de acontecimento eu posso chorar ouvindo "Don't Watch Me Dancing", em público e em paz. Posso me comportar como a quase jovenzinha que sou, embora a vida costume ser insistente na tarefa de envelhecer todo o mundo precocemente. E, em especial, posso lembrar que são inúmeras as vezes nas quais compartilhamos coisas com pessoas que sequer conhecemos, e que isso é muito, mas muito bonito mesmo. E me deixa, mais que satisfeita, feliz.

Que venha o Manu Chao.

5 comments:

Angelo Horst said...

puta que pariu. não acredito, ainda, que perdi essa.

me manda as fotos no email?
beijos

fofolete said...
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fofolete said...

são os momentos em que sabemos que estamos vivos, e que mesmo que nada tenha sentido, nós encontramos um. :)

Cecilia said...

Descreveu perfeitamente o sentimento de um show. Sou igual. Enlouqueço, fico manca, descabelada, com dores imensas na costas e com a maquiagem escorrida pelo rosto, mas em êxtase. De fato são poucas as oportunidades que podemos ser completamente selvagens sem medo de ser feliz.

E groupie? Ora, é o máximo.

Em tempo: Sua vaca, fumou o cigarro do Fabrizio! Te odeio. Inveja mood on.

Foguinho said...

Q saudade do Barbão!
Espero vê-lo junto com os outros barbões em SAMPA.
Q venha radiohead!
Beijos